Nutrisafety Parecer sobre a Venda e Utilização do Álcool 70%

Parecer sobre a Venda e Utilização do Álcool 70%

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Em 2002, a ANVISA publicou a RDC 46/02 que proíbe a fabricação, exposição à venda ou entrega ao consumo, do álcool etílico de alta graduação, ou seja, acima de 54° GL (54° GL é equivalente a 46,3° INPM, outra medida que também pode ser utilizada nas embalagens). A medida teve como objetivo reduzir o número de acidentes e queimaduras geradas pelo álcool líquido, com alto poder inflamável, além da ingestão acidental. A norma também determina que o produto líquido que continuará no mercado tenha uma substância desnaturante que o torna intragável.

A medida atinge apenas o álcool líquido com graduação maior que 54° GL; dessa forma, o álcool nessa graduação só poderá ser vendido na forma de gel. Os produtos comercializados para fins industriais e hospitalares continuam liberados. Também pode ser comercializado para o consumidor final o álcool líquido com teor maior que 54° GL em embalagens de no máximo 50 mililitros.

A concentração de pelo menos 70% é exigida porque esta solução propicia a desnaturação de proteínas e de estruturas lipídicas da membrana celular, e a consequente destruição do microorganismo, com maior eficiência do que as outras graduações alcoólicas existentes no mercado.

A ANVISA proíbe a comercialização do álcool líquido acima de 46 INPM ou 54 GL ao varejo, porém o álcool 70% (INPM) continuará sendo produzido e vendido institucionalmente para empresas como cozinhas industriais, hospitais, clinicas médicas, veterinárias e odontológicas etc.

 

Fonte: Portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


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